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Política

Presidente do TSE dá 24 horas para Meta apresentar relatório sobre canal Exército do Lula

Decisão atende a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro; plataforma havia informado não ter encontrado irregularidades no canal do WhatsApp.

Presidente do TSE dá 24 horas para Meta apresentar relatório sobre canal Exército do Lula
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Origem da foto — Lula Oficial · Licença — Lula Oficial

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, concedeu na quinta-feira (22 de outubro de 2026) prazo de 24 horas para a Meta apresentar um relatório técnico sobre o funcionamento do canal Exército do Lula, no WhatsApp. Segundo a Agência Brasil, a decisão atende a um pedido da campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

O canal foi criado para publicações de apoio à candidatura à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na ação, a campanha de Flávio alega haver indícios de descumprimento, pelas redes operadas pela Meta, do plano de conformidade apresentado ao TSE para garantir a integridade do processo eleitoral.

Antes do pedido ao tribunal, a plataforma informou à campanha que não havia encontrado irregularidades. Os advogados de Flávio contestaram a resposta, afirmando que a empresa não detalhou os critérios utilizados para chegar a essa conclusão nem o período analisado.

Com a decisão, a Meta deverá examinar o canal e fornecer informações sobre eventual comportamento coordenado entre contas e canais, padrões de engajamento, rastreabilidade de conteúdos e atividades publicitárias, entre outros dados. A determinação de apresentação do relatório não equivale à constatação de irregularidades. Google e X também deverão informar se identificaram ações coordenadas de hashtags.

Em outra decisão, tomada mais cedo na mesma quinta-feira, Kassio determinou o arquivamento do processo que tratava do registro do canal Exército do Lula. Conforme a Agência Brasil, a medida ocorreu após a campanha petista registrar o canal no tribunal e o TSE aprovar uma resolução que exige o registro de canais vinculados às campanhas, assim como já ocorre com sites e perfis dos candidatos nas redes sociais.

Fontes e transparência

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