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Política

Migração argentina informa entrada de Flávio Bolsonaro e embarque para o Equador

Segundo o órgão, senador e familiares cruzaram a fronteira em 27 de outubro com documentação válida e embarcaram em avião privado com destino previsto a Guayaquil.

Migração argentina informa entrada de Flávio Bolsonaro e embarque para o Equador
Foto de arquivo: Agência Senado from Brasilia, Brazil / Wikimedia Commons. CC BY 2.0
Origem da foto — Agência Senado from Brasilia, Brazil · Licença — Agência Senado from Brasilia, Brazil

Rascunho para análise editorial.

A Direção Nacional de Migrações da Argentina informou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) entrou no país com a esposa e as duas filhas na noite de 27 de outubro de 2026 e, posteriormente, embarcou em um avião privado cujo plano de voo indicava Guayaquil, no Equador. As informações constam de nota do órgão reproduzida pela Agência Brasil em reportagem publicada em 28 de outubro.

Segundo a autoridade migratória, a entrada ocorreu às 22h50 pela Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones. Às 23h30, o senador e os familiares embarcaram em uma aeronave da companhia Baires Fly. O destino informado no plano de voo não constitui, por si só, confirmação de chegada ao Equador.

O órgão argentino afirmou que os quatro apresentaram documentos válidos, não tinham impedimentos legais para entrar no país e passaram pelo controle migratório sem incidentes.

A reportagem da Agência Brasil também registra que um aliado próximo do senador e uma fonte do governo norte-americano disseram à Reuters, em 27 de outubro, que Flávio havia fugido para os Estados Unidos. Esse relato tem atribuição distinta da informação oficial argentina, que apontava Guayaquil como destino previsto no plano de voo.

Ainda segundo a Agência Brasil, o senador descumpriu o prazo fixado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar seus passaportes à Polícia Federal. A determinação foi tomada no âmbito de um inquérito que investiga Flávio e o advogado Willer Tomaz por suspeita de lavagem de dinheiro. Ambos negam irregularidades; a investigação não representa uma condenação.

A reportagem informa ainda que, em vídeo divulgado nas redes sociais após ser intimado pelo Judiciário, Flávio havia negado a intenção de deixar o Brasil e declarado que permaneceria no país para organizar a oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Fontes e transparência

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