Inteligência artificial amplia aplicações no mercado de luxo e na joalheria
Ferramentas apoiam criação e operações comerciais, mas execução das peças continua dependente de conhecimento técnico.
A inteligência artificial está sendo incorporada ao desenvolvimento de produtos, à previsão de demanda e à personalização do atendimento no mercado de luxo. As aplicações são descritas em artigo de Maria Clara Costantini e Rafael Albuquerque publicado no notjournal.com.br.
Entre os exemplos apresentados está a LVMH, grupo de Louis Vuitton, Dior e Bulgari, que desenvolveu a plataforma interna MaIA e utiliza ferramentas generativas para apoiar referências visuais e conceitos criativos.
Na joalheria, esses recursos permitem visualizar combinações de materiais, formas e pedras. Uma imagem gerada, porém, não comprova a viabilidade de fabricação: resistência, peso, conforto e custos exigem avaliação de profissionais especializados.
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O artigo também informa que a Sotheby’s registrou US$ 317,7 milhões em vendas de joias em 2025, alta de 18% sobre o ano anterior. O resultado não estabelece relação causal entre inteligência artificial e procura por peças históricas, cujo valor envolve raridade, documentação e procedência.
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Redação Monumental News
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