Flávio Bolsonaro faz motociata em Marabá e Lula participa de caminhada em Porto Alegre
Segundo a Agência Brasil, agendas de campanha de 19 de outubro incluíram defesa de regularização fundiária e críticas a entraves ambientais por Flávio, enquanto Lula falou sobre perdão de dívidas de MEIs, fim da escala 6x1 e anunciou pedido ao TSE para abertura de sigilos.

Origem da foto — Ricardo Stuckert/Presidência da República · Licença — Ricardo Stuckert/Presidência da República · Origem da foto — Carlos Moura/Agência Senado · Licença — Carlos Moura/Agência Senado
Segundo a Agência Brasil, os candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpriram agendas de campanha em estados diferentes na segunda-feira (19). Flávio participou de uma motociata em Marabá, no sudeste do Pará, e Lula esteve em Porto Alegre, onde fez caminhada com apoiadores e, à noite, concedeu entrevista ao SBT.
Em Marabá, Flávio Bolsonaro defendeu o direito à propriedade privada e afirmou que pretende promover ampla regularização fundiária no Pará. De acordo com a reportagem, o candidato não detalhou como colocaria esse plano em prática, mas indicou a possibilidade de flexibilizar regras ambientais e fundiárias. Durante o ato, também disse que, em um eventual governo, o combate à criminalidade seria uma prioridade e mencionou a proposta de castração química para estupradores.
Ainda segundo a Agência Brasil, Flávio afirmou que a região Amazônica precisa de obras estruturantes, citando a saúde como exemplo. Após a agenda em Marabá, ele seguiu para Manaus para outro ato com apoiadores.
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Já Lula participou de uma caminhada de campanha no centro de Porto Alegre, em ato que reuniu apoiadores no Largo dos Açorianos, entre o bairro Cidade Baixa e o Centro Histórico. Na entrevista ao SBT, gravada na mesma noite, o candidato à reeleição disse que a aprovação, no Congresso Nacional, do projeto que perdoa dívidas de Microempreendedores Individuais (MEIs) beneficiaria cerca de 3,6 milhões de empreendedores.
Conforme a Agência Brasil, Lula afirmou que essas dívidas somam R$ 12,6 bilhões. O projeto citado por ele também elevaria para R$ 140 mil o teto de faturamento e permitiria a contratação de mais de um empregado, enquanto a legislação atual autoriza apenas um. Na entrevista, o candidato também tratou do fim da escala 6x1, de propostas para o combate à criminalidade e de investimentos na saúde.
Durante a agenda no Rio Grande do Sul, Lula anunciou que enviaria ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido de abertura de seu sigilo bancário, telefônico e fiscal, além dos sigilos dos filhos, e desafiou Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo. Segundo a Agência Brasil, essa manifestação foi apresentada pelo candidato como um pedido a ser encaminhado à Justiça Eleitoral, e não como decisão do tribunal.
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A cobertura da Agência Brasil informou ainda que a ordem de apresentação das agendas dos candidatos segue rodízio diário.
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